Este mês apresentamos, na nossa newsletter, um caso real, de uma empresa multinacional, que foi burlada em quase 26 milhões de dólares, numa fraude baseada em deepfake, uma tecnologia que reproduz, neste caso voz e vídeo, com recurso a inteligência artificial.
A inteligência artificial (IA) está a transformar a sociedade e os negócios, prometendo avanços extraordinários em produtividade e inovação. No entanto, a segurança desses sistemas não tem acompanhado a mesma velocidade. O recente caso da DeepSeek, uma startup chinesa que expôs publicamente uma base de dados contendo informações sensíveis, evidencia um problema crítico.
Anunciado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, em novembro passado, o Amália, modelo de Inteligência Artificial (IA) português, será lançado em 2026.
Um hacker recorreu a Inteligência Artificial (IA) para ter acesso a informações de uma empresa de IT falsificando a voz de um colaborador.
Com 2025 no horizonte, é tempo de refletir sobre o panorama da cibersegurança. Atualmente atravessamos uma fase de rápida transformação e são vários os fatores que contribuem para este contexto, as tensões políticas intensificaram-se, tornando os ciberataques patrocinados por estados-nação uma preocupação global e a crescente interdependência digital global que aumenta o impacto potencial desses ataques, transformando-os em ameaças que transcendem fronteiras.
Keylogging é um tipo de ataque cibernético em que um agente mal-intencionado obtém acesso a um computador e instala software ou hardware que regista cada toque feito pelo utilizador, incluindo informações confidenciais.